Como tantas outras vezes me pego confusa
Fraquejo diante de duvidas que não deveriam mais existir
Me controlo, respiro fundo
Essa vontade me assusta
Agindo de caso pensado eu tento me enganar de qualquer jeito
Eu sei exatamente o que finjo não entender
Abafo pensamentos, destruo sentimentos
Me ponho a prova, me testo até o fim
Eu preciso olhar pra mim e sentir que não há mais nada
Eu preciso saber com meus próprios olhos
São histórias engarrafadas e minha teimosia sem fim
Não nego, nem me desapego
Mirabolantes idéias de autodestruição e minha mente se propõe às mais falsas boas aventuras
"Não!" - Apenas não posso deixar que seja assim
Conflitando pavores eu penso tudo e de repente nada
Não passa...
Todas as coisas ao mesmo tempo são equívocos e acertos
Mais uma noite mal dormida, outra censura
Nos limites da loucura eu beiro o abismo e paro por aí
Finco meus pés no chão, sem tempo
Eu só preciso me acalmar...
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